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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Férias Escolares...

Aiai...   Passei aqui rapidinho aproveitando que as meninas estão dormindo...
A Laís está de férias...  Ela tem apenas 4 anos e seu maior desejo é de poder brincar,brincar e brincar!.... Mas tadinha da minha filha!....  Moramos em um bairro onde está sendo feito obras de urbanização. É muita  poeira. Tem 5 meses que começaram os trabalhos.  Estamos  esperando colocarem logo o asfalto e pedindo a Deus que a prefeitura termine logo com tanta enrolação.. Obra demorada demais!...
Minha vida tem sido com uma vassoura na mão...! Sério!...  Eu passo o dia inteiro com vassoura e pano molhado tirando a poeira do chão da casa para a Júlia não ficar engatinha no meio da sujeira... Tá difícil..
A Laís não pode brincar no quintal nem ao menos do lado de fora na varanda.
  Se estamos em casa é o tempo todo trancadas para não ficarmos respirando tanta poeira...
Estou desanimada pois ainda estamos sem carro (ele deve ficar totalmente pronto essa semana espero), pra sair com 2 crianças de van para ir a praia por exemplo que é nossa diversão aqui, fica ruim por que já viu né...  Praia com criança tem que levar um monte de coisa, guarda-sol,piscininha,bóia....  Como é que leva isso sem carro?...
Outra opção para eu fazer com a Laís seria uma pracinha  que tem aqui no bairro vizinho, mas só dá para ir a tarde por causa do sol e do calorão que anda fazendo aqui.  Aí tem a Júlia que nesse horário já está querendo dormir e fica enjoadinha.... Aí a pé e sozinha com as duas fica complicado...
Resta para a menina ficar enfiada dentro de casa, na frente do computador jogando ou em frente a TV assistindo desenhos...
Eu ando meio estressada e sem paciência para brincar com ela e isso me deixa triste.  As vezes tento me animar, mas aí a Júlia pede colo ou chora bem no meio da brincadeira...
O único dia que tem dado para ela aproveitar um pouquinho é na terça-feira, quando o pai está de folga....
Eu queria mudar essa situação, mas novamente a falta de planejamento e organização tem atrapalhado muito a minha vida e influenciando diretamente no bem estar das minhas filhas....
Deixando de lado o assunto férias frustradas, por enquanto nada de dentes na Júlia.  Ela ainda está comendo mal e essa semana todos nós aqui em casa devido a poeira estamos com uma alergia braba, muita rinite , tosse e nariz entupido... Para ajudar a piorar...
Essa semana a Júlia aprendeu a bater palmas! Uma gracinha!...
E,finalizando, eu estou a todas animada com os preparativos da festinha de 1 ano da minha pequena (como está passando rápido!).
Já decidi que será em Teresópolis, já reservei o salão e já escolhi o tema GALINHA PINTADINHA PROVENÇAL!!!...  E eu mesmo estou fazendo a personlização da festa, que vai ser toda em tons rosa...
Logo volto para contar como anda os preparativos...

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Os efeitos da Raquianestesia no parto da Laís (Relato do Parto- Novembro de 2008)

No dia 13 de Novembro de 2008, nasceu a minha pequena Laís. Do dia do parto ficou a lembrança da primeira vez que vi aquele rostinho.. das bochechas rosadinhas!... E o terrível pós operatório de uma cesária. Minha filha veio ao mundo com pós datismo, de 41 semanas e 2 dias, depois de uma indução de parto de 6 horas com ocitocina, sem evolução. Ao nascer teve que ser aspirada e teve uma nota (apgar) 3, nos primeiro minutos de vida. Ou seja, entrou em sofrimento fetal, por ter respirado liquido aminiótico. Mas, graças a Deus, logo veio para meus braços, um pouco sufocadinha, mas bem. Eu, logo após a cirurgia, fiquei prostrada, de tanta dor de cabeça que sentia. Parecia que aquela porcaria da tal anestesia "raqui" tinhas subido para meu cérebro!. Passei muito mal. Na mesa,enquanto o médico fazia o parto, eu debatia meus braços incontrolavelmente, além de sentir um pouco de falta de ar. E fiquei tremendo até a anestesia passar, tremia igual vara verde! Eu fiquei tão mal que não consegui amamentar a Laís no primeiro dia.Eu sei que apaguei. E só me lembro de sentir muita dor. No segundo dia de internação eu e minha bebê fomos examinadas. Parecia estar todo bem, embora eu ainda sentisse dor de cabeça, tivemos alta. Já em casa, de noite ao dormi,senti algo queimando na minhas costas e subindo até o pescoço, não dei importância e peguei no sono. Foi aí que começaram uma série de pesadelos e vertigens assombrosos. Eu via pessoas de minha família como se fossem minhocas,outra hora rodava numa corda e era atirada contra paredes num lugar estranho cheio de montanhas. Via seres bisarros que me faziam previsões sinistras (como dizer que eu não poderia ficar com minha bebê). E quando tentava acordar via como se o teto estivesse descendo sobre mim. e via insetos voando pelo quarto. Enfim... Chorava muito e confeço que fiquei com medo de ter problemas por causa do efeitos colaterais da Raqui em meu organismo. Fiquei com medo de ficar louca. Ouvia choro de bebê toda vez que ia tomar banho, e ficava apavorada. Perguntava ao meu marido se a Laís estava chorando e não havia choro algum, era todo coisa da minha mente. E aquela dor de cabeça infernal que nenhum remédio passava... Orava muito e pedia a Deus que não acontecesse nada de ruim comigo, e em 3 dias fui melhorando. Os pesadelos acabaram. E a Dor já não era tanta. Não bastasse isso também tive problemas para amamentar minha filha, eu não sabia como fazer direito, agente não se entendia e ela chorava de fome tadinha... E o meu leite empedrava a toa. E com isso vinha a febre. Foi um sufoco meus primeiros dias como mãe... Mas é um sentimento, um instinto tão forte, que nenhum desses problemas que tive me afastaram da minha filha. Eu com febre, com dor, tendo alucinações e mesmo assim o amor era tão forte que não deixava a mente ser mais forte que eu. E assim os dias foram passando e tudo foi se ajeitando. Apesar de tudo de ruim que passei, a alegria de ser mãe, de saber que aquele pedacinho de gente saiu de dentro de mim, de saber que a minha filha naquele momento olhava para mim e parecia me dizer; mamãe, nesse momento eu só preciso de seu carinho e de seu cuidado!... Isso e somente isso me importavam. Agora eu sou mãe!!!!













SOBRE A ANESTESIA USADA NO MEU PARTO: A RAQUIANESTESIA Denomina-se raquianestesia ( bloqueio subaracnóideo ) a anestesia que resulta da deposição de um anestésico local dentro do espaço subaracnoídeo. Ocorre bloqueio nervoso reversível das raízes anteriores e posteriores, dos gânglios das raízes posteriores e de partes da medula, advindo perda da atividade autônoma, sensitiva e motora. São indicadas para cirurgias de abdômen e extremidades inferiores, inclusive para cirurgias obstétricas ( parto vaginal e cesariana ). Como a medicação é depositada dentro do Líquor, é necessária apenas uma pequena quantidade de anestésico local para produzir anestesia altamente eficiente. Trata-se de uma importante vantagem da raquianestesia sobre a peridural, pois trabalha-se com um risco de intoxicação por anestésicos locais muito próximo de zero. A desvantagem mais conhecida da raquianestesia é a cefaléia pós-punção (nome técnico para a dor de cabeça que pode aparecer quando perfuramos a dura-máter). A explicação mais aceita para esta condição é relacionada com o "furinho" que fica por alguns dias na dura máter e provocaria perda de líquor do espaço subaracnoídeo, causando a dor de cabeça. Com a introdução de agulhas mais finas, descartáveis e menos traumáticas, esta técnica novamente ganhou grande impulso. Porquê a incidência de cefaléia diminuiu tanto com este novo material ??? A resposta é simples: agulhas melhores fazem "furinhos" menores nas meninges, ocasionando menor escape de líquor e menor probablidade de cefaléia. A simplicidade de realização, o excelente controle do nível de anestesia que proporciona, a excelente qualidade do bloqueio sensitivo e motor, o baixo custo e a segurança do procedimento explicam por que esta é uma das técnicas anestésicas prediletas do anestesiologista brasileiro.