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terça-feira, 26 de junho de 2012

A chegada da irmãzinha.. A adaptação da Laís...

Oí gente!  Um bom tempo sem postar pois estava sem PC .
Esses dias muitas coisas aconteceram, mas até aqui tudo bem, graças a Deus.
Desde de o nascimento da Jú o mais sério foi a internação dela por infecção urinária conforme eu já falei.
Daí até aqui foi mais a nossa adaptação. 
A Laís aceitou bem a irmanzinha,embora tenha tido uma grande mudança comportamental, o que é bem comum à chegada de um irmão para qualquer criança.
 Ela tem me dado bastante trabalho fazendo malcriação e se mostrando bem teimosa (como escorpiana que é).  a teimosia me mata!!!...  Eu falo Lais não faz isso...  Aí, ela faz.  Posso falar 10 vezes que naõ adianta.  Aí eu berro!  Só assim ela obedece. Foi o jeito que ela arrumou para chamar a atenção para si.  E pior que assim ela acaba conseguindo pois agente tem que estar o tempo todo de olho nela, tanto para sua proteção ,pois ela está muito agitada também, quanto para proteção da bebê, pois ela quer pegar, aperta o rostinho, as maõzinhas da Júlia com força...  Essas coisas... 
Uma coisa que me deixou bastante triste, foi o fato de não conseguir mais manter uma rotina noturna que eu e a Laís tínhamos.  Agente tomava banho, comia, ela escolhia um DVD de música ou desenho que quisesse, então deitava no meu colo, ou ficávamos só juntinhas assistindo.  Quando chegava a hora de dormir que era entre 19:30 as 20:00hs íamos para o quarto (ela sempre dormiu na cama comigo)agente deitava,  falava  com "Papai do Céu" , depois eu fazia massagem em suas costas e cantava musiquinhas pra ela dormir...  Ela pegava no sono rapidinho e tenho certeza que muito feliz...  Era um momento muito gostoso nosso.
Com o nascimento da Júlia, ficou complicado manter essa rotina.  Principalmente no primeiro mês, pois foi um chororô só, já que e menina teve problema de saúde tadinha... A Júlia me deu bastante trabalho para dormir pois sentia dor.  Nesse período foi impossível fazer essa rotina com a Laís e ela sentiu imensamente.
Passado esse tempo e a Jù curada, a Laís não quis mais que eu cantasse para ela e também não queria mais fazer a oração antes de dormir. Ela simplesmente falava que não queria, virava pro canto e dormia sozinha, como se estivesse chateada....  Uma criança de 3 anos e meio...  meu coração doía,mas não podia fazer nada já que a outra estava ali do lado resmungando e querendo mamar pra dormir também.
Outras atitudes da Lais foram;  Pedir pra não ir à escola (sendo que ela adora a escola),Fez coco na roupa 2 vezes e nas 2, ela fez e depois perguntou se podia fazer assim., Começou a roer as unhas (coisa que ela nunca tinha feito antes),pra chamar a atenção fez uma arte que eu fiquei bem braba; foi no banheiro e encheu o bumbum de creme de cabelo, e saiu gritando pela casa a fora "- Ai tá doendo! tá doendo!" -  Fiquei desesperada pois pensei que ela tinha se machucado ...  Outra foi que ela pegou a tesourinha da escola e cortou parte da frente do cabelo e ainda por cima escondeu embaixo da cama pra eu não ver...  Tive que cortar o outro lado e agora o cabelo dela não prende mais direito, e ficou com uma franja toda repicada...  tem mais coisas...   Tá bem difícil lidar  om essa fase...
O legal dessa história é que a Julia tem se mostrado uma criança tranquila.  É bastante dorminhoca e quase não chora .  Se a fralda estiver seca, ela estiver alimentada e sem dor, ela não incomoda.  Dorme sozinha, nem precisa ser ninada.É muito sorridente e não gosta de ficar sozinha.  Então foi fácil fazer uma rotina para ela.  Tem pouco mais de um mês que estou fazendo e tem dado certo,... Então agora acho que vou conseguir aos poucos fazer uma nova rotina com a Láis também, mas agora no seu novo quarto...Era pra eu ter feito isso antes da irmã nascer...  Mas agora já era..  (assunto do próximo post).
Então é isso as coisas estão indo..

1 comentários:

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!

Os efeitos da Raquianestesia no parto da Laís (Relato do Parto- Novembro de 2008)

No dia 13 de Novembro de 2008, nasceu a minha pequena Laís. Do dia do parto ficou a lembrança da primeira vez que vi aquele rostinho.. das bochechas rosadinhas!... E o terrível pós operatório de uma cesária. Minha filha veio ao mundo com pós datismo, de 41 semanas e 2 dias, depois de uma indução de parto de 6 horas com ocitocina, sem evolução. Ao nascer teve que ser aspirada e teve uma nota (apgar) 3, nos primeiro minutos de vida. Ou seja, entrou em sofrimento fetal, por ter respirado liquido aminiótico. Mas, graças a Deus, logo veio para meus braços, um pouco sufocadinha, mas bem. Eu, logo após a cirurgia, fiquei prostrada, de tanta dor de cabeça que sentia. Parecia que aquela porcaria da tal anestesia "raqui" tinhas subido para meu cérebro!. Passei muito mal. Na mesa,enquanto o médico fazia o parto, eu debatia meus braços incontrolavelmente, além de sentir um pouco de falta de ar. E fiquei tremendo até a anestesia passar, tremia igual vara verde! Eu fiquei tão mal que não consegui amamentar a Laís no primeiro dia.Eu sei que apaguei. E só me lembro de sentir muita dor. No segundo dia de internação eu e minha bebê fomos examinadas. Parecia estar todo bem, embora eu ainda sentisse dor de cabeça, tivemos alta. Já em casa, de noite ao dormi,senti algo queimando na minhas costas e subindo até o pescoço, não dei importância e peguei no sono. Foi aí que começaram uma série de pesadelos e vertigens assombrosos. Eu via pessoas de minha família como se fossem minhocas,outra hora rodava numa corda e era atirada contra paredes num lugar estranho cheio de montanhas. Via seres bisarros que me faziam previsões sinistras (como dizer que eu não poderia ficar com minha bebê). E quando tentava acordar via como se o teto estivesse descendo sobre mim. e via insetos voando pelo quarto. Enfim... Chorava muito e confeço que fiquei com medo de ter problemas por causa do efeitos colaterais da Raqui em meu organismo. Fiquei com medo de ficar louca. Ouvia choro de bebê toda vez que ia tomar banho, e ficava apavorada. Perguntava ao meu marido se a Laís estava chorando e não havia choro algum, era todo coisa da minha mente. E aquela dor de cabeça infernal que nenhum remédio passava... Orava muito e pedia a Deus que não acontecesse nada de ruim comigo, e em 3 dias fui melhorando. Os pesadelos acabaram. E a Dor já não era tanta. Não bastasse isso também tive problemas para amamentar minha filha, eu não sabia como fazer direito, agente não se entendia e ela chorava de fome tadinha... E o meu leite empedrava a toa. E com isso vinha a febre. Foi um sufoco meus primeiros dias como mãe... Mas é um sentimento, um instinto tão forte, que nenhum desses problemas que tive me afastaram da minha filha. Eu com febre, com dor, tendo alucinações e mesmo assim o amor era tão forte que não deixava a mente ser mais forte que eu. E assim os dias foram passando e tudo foi se ajeitando. Apesar de tudo de ruim que passei, a alegria de ser mãe, de saber que aquele pedacinho de gente saiu de dentro de mim, de saber que a minha filha naquele momento olhava para mim e parecia me dizer; mamãe, nesse momento eu só preciso de seu carinho e de seu cuidado!... Isso e somente isso me importavam. Agora eu sou mãe!!!!













SOBRE A ANESTESIA USADA NO MEU PARTO: A RAQUIANESTESIA Denomina-se raquianestesia ( bloqueio subaracnóideo ) a anestesia que resulta da deposição de um anestésico local dentro do espaço subaracnoídeo. Ocorre bloqueio nervoso reversível das raízes anteriores e posteriores, dos gânglios das raízes posteriores e de partes da medula, advindo perda da atividade autônoma, sensitiva e motora. São indicadas para cirurgias de abdômen e extremidades inferiores, inclusive para cirurgias obstétricas ( parto vaginal e cesariana ). Como a medicação é depositada dentro do Líquor, é necessária apenas uma pequena quantidade de anestésico local para produzir anestesia altamente eficiente. Trata-se de uma importante vantagem da raquianestesia sobre a peridural, pois trabalha-se com um risco de intoxicação por anestésicos locais muito próximo de zero. A desvantagem mais conhecida da raquianestesia é a cefaléia pós-punção (nome técnico para a dor de cabeça que pode aparecer quando perfuramos a dura-máter). A explicação mais aceita para esta condição é relacionada com o "furinho" que fica por alguns dias na dura máter e provocaria perda de líquor do espaço subaracnoídeo, causando a dor de cabeça. Com a introdução de agulhas mais finas, descartáveis e menos traumáticas, esta técnica novamente ganhou grande impulso. Porquê a incidência de cefaléia diminuiu tanto com este novo material ??? A resposta é simples: agulhas melhores fazem "furinhos" menores nas meninges, ocasionando menor escape de líquor e menor probablidade de cefaléia. A simplicidade de realização, o excelente controle do nível de anestesia que proporciona, a excelente qualidade do bloqueio sensitivo e motor, o baixo custo e a segurança do procedimento explicam por que esta é uma das técnicas anestésicas prediletas do anestesiologista brasileiro.